Estou morrendo de sono..............................



Postado por: patycultura às 08h44
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 Olá galera !!!  www.lenine.com.br

O disco do Lenine Acústico é demais indico para os amantes de mpb.......

Ecos do Ão

Lenine

Composição: Lenine e Carlos Rennó

Rebenta na Febem rebelião
um vem com um refém e um facão
a mãe aflita grita logo: não!
e gruda as mãos na grade do portão

aqui no caos total do cu do mundo cão
tal a pobreza, tal a podridão
que assim nosso destino e direção
são um enigma, uma interrogação

Ecos do ão

e, se nos cabe apenas decepção,
colapso, lapso, rapto, corrupção?
e mais desgraça, mais degradação?
concentração, má distribuição?

então a nossa contribuição
não é senão canção, consolação?
não haverá então mais solução?
não, não, não, não, não...

Ecos do ão

pra transcender a densa dimensão
da mágoa imensa então, somente então
passar além da dor da condição
de inferno e céu nossa contradição

nós temos que fazer com precisão
entre projeto e sonho a distinção
para sonhar enfim sem ilusão
o sonho luminoso da razão

Ecos do ão

e se nos cabe só humilhação
impossibilidade de ascensão
um sentimento de desilusão
e fantasias de compensação

e é só ruina, tudo em construção
e a vasta selva, só devastação
não haverá então mais salvação?
não, não, não, não, não...

Ecos do ão

porque não somos só intuição
nem só pé-de-chinelo, pé no chão
nós temos violência e perversão
mas temos o talento e a invenção

desejos de beleza em profusão
ideias na cabeça, coração
a singeleza e a sofisticação
o choro, a bossa, o samba e o violão

Ecos do ão

mas, se nós temos planos, e eles são
o fim da fome e da difamação
por que não pô-los logo em ação?
tal seja agora a inauguração
da nova nossa civilização
tão singular igual ao nosso ão
e sejam belos, livres, luminosos
os nossos sonhos de nação.

Ecos do ão
Ecos do ão



Postado por: patycultura às 10h05
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  Alexandre O grande ........

Era realmente grande?
Apenas pelas suas grandes conquistas, tinha apenas 152 cm.
Nascido no palácio de Pela, antiga capital da Macedônia.
Embora a data exata do seu nascimento não seja confirmada (20 de julho é a mais aceita), as lendas contam que nesse dia o templo de Artemisa se incendiou — Um sinal de que Alexandre III cresceria para a grandeza.
Era filho de Felipe II, rei da Macedônia, e de Olímpia, princesa de Epiro.
Alexandre III  tinha uma irmã Cleópatra (356-308 a.c),
Aristóteles foi seu tutor, ensinou-lhe já aos 13 anos retórica e literatura, e estimulou seu interesse pelas ciências, medicina e filosofia.
No verão do ano 336 a.C. Felipe II foi assassinado e Alexandre III ascendeu ao trono da Macedônia, com apenas 20 anos.
Uma de suas vitórias, talvez a mais famosa, próximo ao rio Grânico próximo a Tróia, onde consegue derrotar um exército de 40 mil homens, e tendo apenas sofrido a pequena baixa de 110 homens, onde toda a Ásia se rendeu após essa batalha.
Derrotou logo após Dario III que fugiu, em Isos no norte da Siria,  com exército estimado de 500 mil homens, porém alguns dizem que essa cifra seja exagerada.
Tempos mais tarde, voltou a enfrentar Dario III a frente do exército Persa, após cruzar os rios Eufrates e Tigre, na conhecida batalha de Arbela as vezes conhecida por Gaugamela, derrotando um exército de nada menos que um milhão de soldados (estimativa extremamente exagerada); no dia 1º de outubro do ano 331 AC, com apenas 40 mil infantes e 7000 ginetes. Dario III como em Isos, volta a fugir, mas tempos mais tarde foi assassinado pelos próprios colaboradores.
Conquistou toda a costa do Mediterrâneo. O domínio de Alexandre se estendeu da margem sul do mar Cáspio, incluindo as atuais Afeganistão e Beluquistão, ao norte, até a Bactriana e Sogdiana, atual Turquistão.
Aos 13 de junho 323 AC, morre na Babilònia, vitima de forte febre, possivelmente malária (defendido por alguns pesquisadores).
Ordenou que mesmo após a sua morte fosse adorado como uma divindade, e talvez tenha conseguido que a crença que era filho de  Amon o deus Egipcio do Sol, Jupter, que os Egípcios identificaram como  Zeus.
Todas suas conquistas estão atribuídas por suas estratégias de batalhas, de engenheiros e projetistas, que com suas armas: catapultas, balistas, torres com arietes em suas bases, e falanges (que foi criada pelo rei Filipe) e estas armas não seriam tão eficazes, não fossem os cálculos precisos dos engenheiros e os criativos soldados, que em menor número conseguiam dizimar exércitos extremamente mais numerosos
Roberto F Storti


Postado por: patycultura às 09h24
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 Penso que aqueles que não tiveram contato com o Nietzsche humano, demasiadamente humano das cartas, dos aforismos, da poesia e do sofrimento pessoal, têm grandes chances de odiá-lo ao ir direto para a leitura clássica da sua obra, onde se busca a compreensão dos termos comumente desenvolvidos por ele, tais como: eterno retorno, vontade de poder, super-homem, tragédia,etc.

É necessário conhecer o Nietzsche poeta, comediante e irônico. São esses elementos que revelam um pouco das impressões pessoais desse autor que tão jovem já revelava uma exaltação da força presente na vida através do trágico dionisíaco. - Decorre daí uma das motivações dos nazistas usarem sua teoria de modo descabido de compreensão.

Nietzsche não teve uma carreira universitária próspera, além dos conflitos de idéias com as regras institucionais teve que se aposentar cedo por problemas de saúde. Mas foi nesse período que o autor publicou a maior parte da sua obra.

Nascido em 1844, perdeu o pai aos 5 anos, aos 24 anos começou lecionar na Universidade de Leipzig, em 1879 teve que se aposentar por problemas de saúde. Daí em diante teve uma vida inteira de dificuldades. A partir daí viveu em pequenas cidades da Suíça, Itália e França. Em 1889, o triste fim inicia-se com a perda da razão, vivendo em estado de demência sob os cuidados da mãe e da irmã por mais 11 anos, até a morte em 25 de agosto de 1900.

Triste fim e uma morte prematura, mas foi em meio a tantas dificuldades que floresceu a maior parte do pensamento de Nietzsche. Suas obras não tiveram grande repercussão positiva na época, mas o mesmo se dizia póstumo, nascido em época errada e acreditava que no futuro sua obra teria valor. - Profecia esta que talvez dê um toque especial quando nos deparamos com seu pensamento, restando um sentimento triste de saudosismo aos apreciadores de suas idéias. Talvez esses leitores, assim como eu, ao ler Nietzsche depois de um pouco mais do centenário da sua morte, se sentem como estar em contato com o próprio “espírito” de Nit, pois, tão presente são as suas marcas pessoais e os diálogos com o leitor.

Como dica de leitura para quem ainda não conhece o autor, indico a obra “Humano, demasiadamente humano” (1878), pois não requer conhecimentos conceituais dos principais fundamentos de sua obra. Nas próprias palavras de Nit, “Este livro é obra minha. Nele trouxe à luz minha mais íntima percepção dos homens e das coisas, e pela primeira vez delimitei os contornos do meu próprio pensamento.”

Humano, demasiadamente humano (1878), ainda traz na capa o aviso: “um livro para espíritos livres”, uma homenagem a Voltaire, considerado por Nit como um “libertador de espíritos”.

Foi neste livro que Nietzsche utilizou pela primeira vez a escrita em aforismos, forma que admirava em Schopenhauer e considerava essencial para deixar os pensamentos “voarem” livremente. Seus aforismos podem ser curtos ou extensos, assim como os de Schopenhauer. Ao longo de capítulos temáticos a ironia, a crítica e o humor discreto se fazem presentes, sem, contudo, deixar de ser sério.

Os conteúdos abordados são vários: metafísica, relações humanas, sexualidade, artes, moral, religião, sociedade, afetividade, comportamentos, política, mulheres, etc. - Como principais objetos de sua crítica, a lista é encadeada pela moral, religião e as artes. Até Schopenhauer a qual sofreu influências não saiu ileso de alguns “puxões de orelha”.

Este livro é indicado a qualquer leitor, a leitura é fácil mas requer a atenção, do contrário, a ironia e o humor presentes poderam passar desapercebidos ;)

beijos.....



Postado por: patycultura às 09h06
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Tutti Frutti

Elvis Presley

A Wop-bop-a-loo-mop alop-bam-boom
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom

I got a girl, named Sue,
She knows just what to do
I got a girl, named Sue,
She knows just what to do
I bop to the east, She bop to the west, but
she's the girl
That I love the best.

Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom


I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
She knows how to love me ,
Yes indeed
Boy you don't know,
What she's doing to me

Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom

I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
She knows how to love me ,
Yes indeed
Boy you don't know,
What she's doing to me

Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom


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Postado por: patycultura às 09h01
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