Estou morrendo de sono..............................
Olá galera !!! www.lenine.com.br
O disco do Lenine Acústico é demais indico para os amantes de mpb.......
Composição: Lenine e Carlos Rennó
Rebenta na Febem rebelião
um vem com um refém e um facão
a mãe aflita grita logo: não!
e gruda as mãos na grade do portão
aqui no caos total do cu do mundo cão
tal a pobreza, tal a podridão
que assim nosso destino e direção
são um enigma, uma interrogação
Ecos do ão
e, se nos cabe apenas decepção,
colapso, lapso, rapto, corrupção?
e mais desgraça, mais degradação?
concentração, má distribuição?
então a nossa contribuição
não é senão canção, consolação?
não haverá então mais solução?
não, não, não, não, não...
Ecos do ão
pra transcender a densa dimensão
da mágoa imensa então, somente então
passar além da dor da condição
de inferno e céu nossa contradição
nós temos que fazer com precisão
entre projeto e sonho a distinção
para sonhar enfim sem ilusão
o sonho luminoso da razão
Ecos do ão
e se nos cabe só humilhação
impossibilidade de ascensão
um sentimento de desilusão
e fantasias de compensação
e é só ruina, tudo em construção
e a vasta selva, só devastação
não haverá então mais salvação?
não, não, não, não, não...
Ecos do ão
porque não somos só intuição
nem só pé-de-chinelo, pé no chão
nós temos violência e perversão
mas temos o talento e a invenção
desejos de beleza em profusão
ideias na cabeça, coração
a singeleza e a sofisticação
o choro, a bossa, o samba e o violão
Ecos do ão
mas, se nós temos planos, e eles são
o fim da fome e da difamação
por que não pô-los logo em ação?
tal seja agora a inauguração
da nova nossa civilização
tão singular igual ao nosso ão
e sejam belos, livres, luminosos
os nossos sonhos de nação.
Ecos do ão
Ecos do ão
Alexandre O grande ........
Penso que aqueles que não tiveram contato com o Nietzsche humano, demasiadamente humano das cartas, dos aforismos, da poesia e do sofrimento pessoal, têm grandes chances de odiá-lo ao ir direto para a leitura clássica da sua obra, onde se busca a compreensão dos termos comumente desenvolvidos por ele, tais como: eterno retorno, vontade de poder, super-homem, tragédia,etc.
É necessário conhecer o Nietzsche poeta, comediante e irônico. São esses elementos que revelam um pouco das impressões pessoais desse autor que tão jovem já revelava uma exaltação da força presente na vida através do trágico dionisíaco. - Decorre daí uma das motivações dos nazistas usarem sua teoria de modo descabido de compreensão.
Nietzsche não teve uma carreira universitária próspera, além dos conflitos de idéias com as regras institucionais teve que se aposentar cedo por problemas de saúde. Mas foi nesse período que o autor publicou a maior parte da sua obra.
Nascido em 1844, perdeu o pai aos 5 anos, aos 24 anos começou lecionar na Universidade de Leipzig, em 1879 teve que se aposentar por problemas de saúde. Daí em diante teve uma vida inteira de dificuldades. A partir daí viveu em pequenas cidades da Suíça, Itália e França. Em 1889, o triste fim inicia-se com a perda da razão, vivendo em estado de demência sob os cuidados da mãe e da irmã por mais 11 anos, até a morte em 25 de agosto de 1900.
Triste fim e uma morte prematura, mas foi em meio a tantas dificuldades que floresceu a maior parte do pensamento de Nietzsche. Suas obras não tiveram grande repercussão positiva na época, mas o mesmo se dizia póstumo, nascido em época errada e acreditava que no futuro sua obra teria valor. - Profecia esta que talvez dê um toque especial quando nos deparamos com seu pensamento, restando um sentimento triste de saudosismo aos apreciadores de suas idéias. Talvez esses leitores, assim como eu, ao ler Nietzsche depois de um pouco mais do centenário da sua morte, se sentem como estar em contato com o próprio “espírito” de Nit, pois, tão presente são as suas marcas pessoais e os diálogos com o leitor.
Como dica de leitura para quem ainda não conhece o autor, indico a obra “Humano, demasiadamente humano” (1878), pois não requer conhecimentos conceituais dos principais fundamentos de sua obra. Nas próprias palavras de Nit, “Este livro é obra minha. Nele trouxe à luz minha mais íntima percepção dos homens e das coisas, e pela primeira vez delimitei os contornos do meu próprio pensamento.”
Humano, demasiadamente humano (1878), ainda traz na capa o aviso: “um livro para espíritos livres”, uma homenagem a Voltaire, considerado por Nit como um “libertador de espíritos”.
Foi neste livro que Nietzsche utilizou pela primeira vez a escrita em aforismos, forma que admirava em Schopenhauer e considerava essencial para deixar os pensamentos “voarem” livremente. Seus aforismos podem ser curtos ou extensos, assim como os de Schopenhauer. Ao longo de capítulos temáticos a ironia, a crítica e o humor discreto se fazem presentes, sem, contudo, deixar de ser sério.
Os conteúdos abordados são vários: metafísica, relações humanas, sexualidade, artes, moral, religião, sociedade, afetividade, comportamentos, política, mulheres, etc. - Como principais objetos de sua crítica, a lista é encadeada pela moral, religião e as artes. Até Schopenhauer a qual sofreu influências não saiu ileso de alguns “puxões de orelha”.
Este livro é indicado a qualquer leitor, a leitura é fácil mas requer a atenção, do contrário, a ironia e o humor presentes poderam passar desapercebidos
beijos.....
A Wop-bop-a-loo-mop alop-bam-boom
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom
I got a girl, named Sue,
She knows just what to do
I got a girl, named Sue,
She knows just what to do
I bop to the east, She bop to the west, but
she's the girl
That I love the best.
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom
I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
She knows how to love me ,
Yes indeed
Boy you don't know,
What she's doing to me
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom
I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
I got a girl, named Daisy,
She almost drives me crazy
She knows how to love me ,
Yes indeed
Boy you don't know,
What she's doing to me
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Tutti Frutti, all over rootie
Awop-bop-a-loo-mop alop bam boom
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